O peso do voto e o histórico dos candidatos nas Eleições 2026
Em ano eleitoral, discursos de inclusão ganham espaço, mas o voto da comunidade LGBTQIA+ exige análise de coerência, memória e propostas reais para além das promessas.
Em ano eleitoral, discursos de inclusão aparecem por todos os lados. Mas o voto merece mais do que promessa, foto bonita e bandeira colorida. O voto é uma das decisões mais importantes que uma pessoa pode tomar dentro de uma democracia. É através dele que escolhemos quem terá poder para participar de decisões sobre educação, saúde, segurança, emprego, direitos civis e tantos outros assuntos que interferem diretamente na nossa vida.
Em 4 de outubro, o Brasil realiza o primeiro turno das Eleições 2026. Estarão em disputa os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital. Um eventual segundo turno para presidente e governador será realizado em 25 de outubro.
E é justamente quando a eleição se aproxima que muita gente começa a olhar para grupos e comunidades que, durante boa parte do mandato, sequer aparecem em seus discursos. Por isso, antes de escolher qualquer candidato, vale ir além da propaganda. Qual é o histórico dessa pessoa? Como ela se posicionou quando direitos estavam em discussão? O discurso atual combina com aquilo que ela fez nos últimos anos? Existem propostas concretas ou apenas frases preparadas para conquistar votos?
Para a população LGBTQIA+, essas perguntas também fazem parte do processo democrático. Não se trata de determinar em quem alguém deve votar, mas de lembrar que informação, memória e coerência ajudam qualquer eleitor a fazer uma escolha consciente. Porque eleição passa. Mandato dura anos. E as decisões tomadas por quem recebe o nosso voto podem permanecer por muito mais tempo. O voto é seu. O futuro também está em jogo.
Com informações de: Athosgls





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