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Amarrar ou ser amarrado? Conheça os papéis do Rigger e do Rope Bunny

Entenda as funções, os objetivos e os cuidados essenciais relacionados às práticas de imobilização com cordas no universo do bondage.

No universo do BDSM, que engloba bondage, dominação, disciplina e sadomasoquismo, a subcategoria de bondage traz fetiches muito requisitados entre quatro paredes. Entre as práticas mais comuns estão os papéis conhecidos como Rigger e Rope Bunny.

O Rigger é a pessoa dominante nas brincadeiras de amarrar. Cabe a ele a responsabilidade de restringir os movimentos ou imobilizar completamente as pessoas parceiras utilizando cordas ou outros acessórios. Essa função exige aprendizado técnico sobre a utilização dos materiais, podendo ter objetivos estéticos, preparar o terreno para relações sexuais ou ocorrer simplesmente por diversão. Todas as finalidades devem ser amplamente conversadas entre os participantes.

Por outro lado, o Rope Bunny é o termo utilizado no bondage para designar a pessoa que é amarrada.

Especialistas alertam que a atuação do Rigger pode apresentar riscos significativos caso não haja domínio técnico, conhecimento de anatomia e uma comunicação clara entre o casal. O uso incorreto das amarrações pode provocar problemas de saúde, como o acúmulo de sangue nas extremidades devido à falta de movimentação prolongada, quedas bruscas de pressão e desmaios graves. Além disso, posições forçadas ou a aplicação de nós sobre feixes nervosos importantes podem resultar em dores prolongadas ou lesões permanentes. O uso de uma tesoura de ponta romba é apontado como um item indispensável para reduzir os riscos de acidentes graves durante a prática.

Com informações de: Observatório G

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