Sequências de velhos sucessos marcam a corrida das comédias nacionais no cinema
Estreias de longas como 'Se Eu Fosse Você 3' evidenciam a busca do setor audiovisual pelo público perdido e a dependência do gênero para reaquecer as bilheterias pós-pandemia.
O cinema nacional aposta em sequências de comédias consagradas para tentar reaquecer as bilheterias. Lançamentos recentes como Se Eu Fosse Você 3 e Um Tio Quase Perfeito 3 refletem um esforço contínuo da indústria para atrair espectadores de volta às salas escuras, movimento intensificado após o baque da pandemia de Covid-19.
O primeiro filme de Se Eu Fosse Você, lançado em 2006 e dirigido por Daniel Filho, tornou-se um fenômeno de público ao retratar um casal que troca de corpos. A continuação chegou aos cinemas em 2009 e registrou marcas expressivas de bilheteria. Agora, a terceira parte da saga aposta na passagem de bastão para um novo núcleo de personagens interpretado por Cleo Pires e Rafael Infante.
Especialistas e dados do setor apontam que as comédias funcionam historicamente como o principal motor do cinema brasileiro. Entre 2010 e 2019, dezenas de produções ultrapassaram a marca de 1 milhão de espectadores, com expressiva predominância de longas humorísticos, liderados por marcos de bilheteria como a franquia Minha Mãe É uma Peça, estrelada por Paulo Gustavo.
Em cenário de recuperação lenta, produções recentes mantêm o fôlego do setor. Títulos como Minha Melhor Amiga, estrelado por Ingrid Guimarães e Mônica Martelli, alcançaram marcas expressivas de público, enquanto sequências como O Auto da Compadecida 2 e Os Farofeiros 2 reforçam a tendência de apostar em fórmulas seguras para cativar o público nas salas de exibição.
Com informações de: Veja




