Três homens são detidos na Nigéria por acusação de trisal e correm risco de 14 anos de prisão
Polícia do estado de Oyo prendeu os suspeitos sob a acusação de atos homossexuais; legislação local pune atividade com até 14 anos de reclusão
A polícia do estado de Oyo, na Nigéria, realizou a prisão de três homens sob a acusação de atos homossexuais. Os suspeitos foram identificados como Ayomide Lukeman, de 22 anos; Shuaib Aremu, de 22 anos; e Abdul-Rasheed Mufeed, de 23 anos.
Eles foram detidos por agentes da Unidade de Monitoramento do Comando, na Base Operacional de Saki, após o recebimento de informações no dia 29 de setembro. O oficial de relações públicas da polícia, DSP Ayanlade Olayinka, divulgou a informação em um comunicado, afirmando que o Comissário de Polícia orientou a unidade a verificar os dados e adotar as medidas cabíveis.
Segundo a polícia, dois dos suspeitos teriam confessado ter mantido relações íntimas com o terceiro indivíduo em diversas ocasiões. O comunicado acrescentou que o terceiro suspeito era, supostamente, considerado pelos outros dois como sua esposa.
A polícia informou que as investigações continuam em andamento para esclarecer as circunstâncias das alegações e determinar se outras pessoas estão envolvidas no caso. A instituição reiterou seu compromisso em conduzir as investigações de forma profissional, imparcial e em conformidade com a lei.
Na Nigéria, a população LGBTQIAPN+ é criminalizada, e a atividade homossexual é punida com até 14 anos de prisão segundo o código penal federal. Além disto, apoiar, formar ou participar de grupos que defendem os direitos pode resultar em 10 anos de prisão.
Com informações de: Observatório G




