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Bissexual e bolsonarista, Netinho criticou a comunidade LGBTQIA+: “Só enxergam o fiofó”

O cantor, que morreu aos 60 anos, gerou polêmica em transmissão ao vivo em 2020 ao fazer declarações sobre a comunidade e o Carnaval de Salvador.

O cantor Netinho morreu na manhã da última terça-feira (13), aos 60 anos, em Salvador, enquanto enfrentava um linfoma não Hodgkin do tipo B. Conhecido nacionalmente pelo sucesso de ‘Milla’, o artista também ganhou repercussão ao longo dos anos por declarações sobre sua vida pessoal e seu posicionamento político, tendo se declarado bissexual e, posteriormente, aproximando-se da extrema-direita e da militância conservadora a partir de 2018, quando passou a apoiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em 2020, durante uma transmissão ao vivo com o então deputado federal Eduardo Bolsonaro, o cantor fez duras críticas à comunidade LGBTQIAPN+ e ao Carnaval de Salvador. Na ocasião, afirmou que integrantes da comunidade “só enxergam a vida pela lente do fiofó” e classificou a festa baiana como “Sodoma e Gomorra”.

Em 2022, filiado ao Partido Liberal (PL), Netinho tentou ingressar na vida político-partidária e disputou uma vaga na Câmara dos Deputados, mas não obteve votos suficientes para se eleger. O cantor também se envolveu em controvérsias com o compositor Manno Góes após o uso não autorizado da música ‘Milla’ em um ato de apoio a Bolsonaro.

Com informações de: Observatório G

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