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Bigode moda gay: história e surgimento nos anos 70 e 80

Publicação recente gerou debate nas redes, mas a comunidade LGBTQIA+ adota o estilo há décadas, com ícones como Freddie Mercury.

Uma publicação recente de um perfil voltado ao público hétero chamou atenção ao afirmar que o bigode, antes associado à masculinidade, estaria virando símbolo LGBTQIA+ entre os jovens. A questão é que, para a comunidade gay, essa história está longe de ser novidade.

Desde os anos 1970 e 1980, o bigode já aparece fortemente ligado à estética gay masculina, especialmente em visuais que brincavam justamente com os códigos tradicionais de masculinidade. Freddie Mercury virou um dos maiores símbolos dessa estética, mas ele estava longe de ser um caso isolado.

Ao longo das décadas, o bigode passou por várias releituras dentro da cultura LGBTQIA+, ora mais discreto, ora exagerado, ora ligado à estética masculina clássica. Agora, com o visual voltando com força entre os mais jovens, parece que muita gente está descobrindo uma tendência que a comunidade gay conhece há bastante tempo.

No fim das contas, não é exatamente que o bigode “virou gay”. Ele simplesmente voltou aos holofotes. E a comunidade pode dizer que já viu esse filme antes.

Com informações de: Athosgls

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