Críticas à TV aberta: falta de programação infantil é irresponsabilidade
Colunista aponta descaso das emissoras de TV aberta com o público jovem e ausência de estratégias para atrair novas gerações.
A TV aberta brasileira tem demonstrado um desinteresse profundo pela programação infantil e jovem, um comportamento que foi classificado como beirando a irresponsabilidade. Segundo análises recentes do setor, as emissoras não têm feito esforços relevantes para conquistar o público com menos de 20 anos, optando por uma postura de inércia diante das profundas transformações no consumo de mídia.
Apesar da repercussão pontual gerada por iniciativas isoladas, como a participação da “TV Globinho” no especial do “Criança Esperança” de 2026, a televisão tradicional parece ter entregado os pontos para o streaming, as plataformas digitais e as redes sociais. Especialistas apontam que a reconquista desse público, que já criou novos hábitos de consumo longe da telinha, será uma tarefa cada vez mais difícil e com custos elevados para o futuro do veículo.
Enquanto o mercado enfrenta barreiras como a legislação que restringe a publicidade infantil — apontada por críticos como obsoleta diante da realidade atual —, as emissoras continuam divididas por rivalidades históricas e pela falta de articulação conjunta para enfrentar os novos desafios da indústria de comunicação.
Com informações de: Portal Leo Diaa




